Tinha três problemas e agora tenho três soluções
19.1.16
Primeiro problema: tenho que fazer trezentos guardanapos de tecido com a medida 40x40; Segundo problema: quantos metros de tecido tenho que comprar?; Terceiro problema: para além de ser uma naba a costura, sou uma naba a matemática.
Contudo, pensando bem, talvez não tenha problema nenhum, porque me vou socorrer da velha máxima "para tudo há uma solução, menos para a morte". Assim sendo, primeira solução: vou reformular a frase para "Vou pagar a uma costureira que faça trezentos guardanapos em tecido com a medida 40X40"; Segunda solução: ponho o namorado e o pai a fazer contas; Terceira solução: há outra velha máxima que diz que "o que não tem solução, solucionado está".
Contudo, pensando bem, talvez não tenha problema nenhum, porque me vou socorrer da velha máxima "para tudo há uma solução, menos para a morte". Assim sendo, primeira solução: vou reformular a frase para "Vou pagar a uma costureira que faça trezentos guardanapos em tecido com a medida 40X40"; Segunda solução: ponho o namorado e o pai a fazer contas; Terceira solução: há outra velha máxima que diz que "o que não tem solução, solucionado está".
Today's thought
14.1.16
Quando será a altura certa para deixar de se desejar bom ano às pessoas?
Tenho-me perguntado isto a mim mesma porque já estamos a meio do mês e ainda me dizem isso quando me cumprimentam: "Bom ano!". Como não me lembro de desejar isso às pessoas porque não faz sentido, afinal, JÁ ESTAMOS NO MEIO DO MÊS, mas toda a gente o diz como se fosse muito normal, começo a pensar que eu é que estou errada em ter já excluído isso da minha lista de expressões para cumprimentar pessoas. Estarei?
Istambul
12.1.16
Já há alguns dias que andava a lembrar-me de Istambul e a pensar que ainda não escrevi sobre essa viagem. Hoje, quando vi a notícia sobre uma explosão em Istambul que terá vitimado algumas pessoas, achei uma coincidência brutal e decidi que estava na hora de escarafunchar nas fotos tiradas com a minha old Kodak e desenterrar algumas memórias.
Bolas, rompi umas meias pretas!
9.1.16
Já ouviram falar de alguém que tenha uma colecção de meias pretas? Eu não! Sapatos sim, livros, casacos, malas... há colecções de tudo, mas ainda não conheci ninguém que tivesse uma colecção de meias pretas. Pois bem, decidi preencher esse vazio no universo e ser eu essa pessoa. Contudo, tenho a afirmar que os meus sonhos de coleccionadora de meias pretas terminaram muito pouco tempo depois de começar. É que as meias pretas, à semelhança de todas as outras meias, têm essa mania estranha de se romper!
Hoje rompi umas meias pretas, aquelas que têm acima do joelho o desenho de uma Torre Eiffel. Ainda as tenho vestidas neste momento, apesar do namorado e da mãe já me terem feito notar: "Tens as meias rotas". Eu sei, mas preciso de tempo para fazer o meu luto, pois sei que quando as despir vou ter que as deitar fora. Dessa forma, fico um passo mais longe de concretizar o sonho de ser coleccionadora de meias pretas. Se bem que, por outro lado, posso sempre coleccionar meias pretas rotas!
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